quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Pequeno Teaser.


Amanhã é o grande dia, a festa de aniversário do nosso querido amigo Pedro e, chutem o tema....Maria Antonieta...hahahaha...Animal, né?

Já estamos nos aquecendo.

Nos vemos depois da festa...E damos risadas juntos

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Algarve









Um fim de semana de sol, glamour e karaokê da 3º.




O post está grande, mas vale a pena...

Esse fim de mês me dei de presente, uma estada 5 estrelas no Algarve. Para quem não conhece, esse local fica no sul de Portugal e é considerado lindíssimo.

Não só é considerado, como o é. Eu comprovei. Repleto de praias paradisíacas, bons restaurantes, excelentes hotéis, e, o melhor, tudo com o toque de charme europeu...Mais uma paixão para o meu pequeno coraçãozinho que já está farto ;)

Aqui o inverno começou, 25 graus e um sol intenso de manhã, e à noite, 10 graus e muito vento. Tudo por causa desse tal de aquecimento global que está na moda. Aliás, vou aproveitar para dizer aqui que não agüento mais falar desse assunto. As pessoas deveria aproveitar e pronto, como eu...De manhã é praia e de noite é cama e leite quentinho...hehehe

Mas enfim, aproveitei a estranha onda de calor e fui para a praia de biquinão.

Um amigo qurido(Dju), sempre me disse para eu não perder a praia da Dona Ana, como maior curiosa do mundo, é claro que fui. Fiquei maravilhada, babando por aquele lugar, ele realmente me deu uma dica especial.

Existe uma diferença entre ela e as praias do Brasil que faz total a diferença... Tá, existem duas, o tamanho dos biquinis...hehehe...E as formações rochosas amerelas ouro que são inacreditáveis.

A praia estava vazia, coloquei minha toalha na areia e passei horas sozinha na praia admirando a paisagem e tentando tirar auto-fotos. Acho que estou ficando profissional nisso.

Estava lá, fazendo nada, até que apareceu um casal de velhinhas gays. Elas estavam num clima super-romântico, não queria atrapalhar e, então, resolvi ir embora, dar uma volta na cidade e depois jantar.

Já estava esfriando quando cheguei num restaurante que era uma gracinhada e, nele, tive o papo mais bizarro de até então.

Carol – Oi, tudo bom, posso me sentar em qualquer mesa.

Metri pensou um segundo e disse – Qualquer uma não, senta naquela ou naquela que não estão presas na parede. Hummm...Sabe o que eu acho melhor? Você sentar numa das cadeiras. Mas uma que não esteja ocupada, por favor.

Eu não sabia o que fazer, tive que segurar a risada e me compor.
Bom, dia 1 se foi. No dia 2 voltei a passear por praias absurdas e andar muitooo, até que encontrei um escorpião no caminho, entrei em pânico e, desde então, só me locomovia de táxi. Sou medrosa...

Cheguei no meu hotel, estava na paz da vida, já me preparando para dormir quando a Bruna e seus dois amigos resolveram aparecer. Me empolguei e acabamos saindo.

Nas redondesas, tinha um pseudo-restaurante aberto que aparentava ser bacana. Entramos, era um bar de karaokê...É, exatamente o que você está pensando, essas coisas não costumam a dar certo.

Depois de alguns brindes já estávamos cantando grandes clássicos como Zezé de Camargo e Luciano, Roberto Carlos e afins. E, para melhorar a situação, éramos pelo menos 40 anos mais novos do que as pessoas que estavam lá, todas gringas de alguma excursão inglesa.

Perdemos o microfone inúmeras vezes para eles, estavam ainda mais animados do que a gente. Até que, de repente, começaram a se divertir a valer mesmoooo. E um enorme troca-troca de casais teve inicio. Sacanagem pura da terceira idade, selinhos pra cá, mãos bobas para lá...Absurdo!!!

Então, a principal participante da orgia, se juntou a nós para contar a sua história. Disse que estava lá traindo o seu marido pq ele não dava no couro, mas que se sentia culpada e tal... Pediu conselhos, contou detalhes e terminou com uma grande frase que nos fez pensar...

A vida só começa aos 50 anos, até lá só vale a pena dar risadas.

Será? Aliás, será que ela nos sustenta até lá??? Hehehehehe

(Tá bom, Dju a "Donata" não estava tão bonita quanto quando você foi, mas já valia a pena, né?!) 

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Travesseirinhos de Sintra X Pasteis de Belém.


É isso mesmo, a brigas dos melhores doces do mundo, e, digo mais, até provarem o contrário, do universo.

De um lado aquele tal, o Pastel, famoso pela sua tradição e sua deliciosa crostra crocante. Do outro, o irresistível Travesseirinho, desejado por todos  e apreciado pelo seu  gosto de hummmmmm

 Já que dediquei tanto do meu tempo para a ida à Belém, vou fazer o mesmo por Sintra.

Agora quero que vocês fechem o olho e imaginem. Vou passar a receita do doce para tentarem fazer em casa.

1 Xícara de néctar dos deuses
1 Colher pequena de nuvens branquinhas do céu
1 Pitada de quero mais
Mistura e junta com pedacinhos de sonho
E, o toque final, muito açucar
Sirva quente

Gostaram? 

Eu amei, não tenho nem palavras...ai,ai,ai

O pior, ou melhor para a minha silhueta, é que esse doce perfeito é vendido em apenas um restaurante. Longe, muito longe...Chama-se Periquita, e a qualquer hora do dia tem uma fila imensa.

Bom, sei que mais uma vez estou falando sobre comida, mas não dá, preciso dividir isso com vocês. Ah, e deixa eu esclarecer uma coisa que todos andam perguntando -  NÃO, eu e a Fê não estamos obesas, como andamos muito podemos comer essas porcarias. Não se preocupem!!!

Continuação das fotos.





Sintra: o mosteiro de anões e o castelo de "mourões"






Para atender à dezenas de pedidos de pessoas que acham que eu só estou aqui para comer e beber, vou contar um pouco da história de Sintra. 

Estamos falando de uma vila portuguesa de 27 mil habitantes que já foi dominada por romanos, mouros e alguns outros povos menos importantes. Esses dois principais trouxeram grandes influências para a arquitetura e, portanto, monumentos da redondeza. Acho que tá bom, né?! Senão fica chato...hehehe

Saímos de Lisboa, Bruna, nosso guia superprestativo Pedro e eu,  para uma jornada linda. Fomos por um caminho maravilhoso, cheio de mata, sol e mar. Perfeito. Fizemos um pit-stop em Cascais, aonde almoçamos e tomamos "o melhor sorvete" de Portugal.

Logo, fomos em direção ao cabo da Roca, ponto mais ocidental do continente Europeu. Chegamos lá, numa altitude de 140 metros acima do nível do mar...Uma vista imperdível.

O único problema foi que assim que chegamos estourou um cano de japoneses e por isso demoramos um pouco para conseguir uma foto do monumento , mas sem perder as esperanças, cortamos a fila e tiramos. É muito fácil enganar esses turistas...hehehe

Bom, visto admirado e registrado. Vamos para o próximo ponto turístico: Mosteiro dos Capuchos.

Um mosteiro de anõezinhos...hahahhha...É verdade, depois de encontrar cangurus anões agora encontrei o lar de religiosos anões. Reparem no tamanho das portinhas, parece casa de conto de fadas. Bom, mas além de dar boas risadas com o tamanho das coisas, também ficamos admirados pela sua beleza. Mais um ponto marcante da nossa viagem.

E, por último, mas não menos importante, fomos ao grandioso Castelo Moura. O lugar já é bonito por si só, um grande bosque numa montanha que tem uma ampla vista. Mas não contentes com isso resolvemos subir nas ruinas.

Subimos, subimos, subimos, descansamos, voltamos a subir, subir, subir, paramos um pouco para tirar fotos e com isso disfarçar o nosso cansaço...Ai subimos mais e mais...E eu perdi o ar, fiquei lá para trás...Só então, depois de uma meia horinha chegamos ao topo. 

Estávamos exaustos só conseguíamos olhar a cidade e manter um sorriso na boca. Foi um fim de dia espetacular.

 Mas apesar de tudo isso o que vimos e sentimos...O melhor ainda está por vim.

Só que vou precisar colocar em outro post...Mais uma vez tem a ver com comida...hehehehe

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

O penalty que me levou à Lux.




Quarta foi véspera de feriado e, portanto, dia de Bairro Alto. Já repararam que tudo é motivo para ir para lá, não é?! 

Levei a Bruna, minha convidada da semana, para conhecer o pessoal agência. Como todo bom brasileiro, em 5 minutos ela já era melhor amiga de todo mundo.

Comemos bem, bebemos muita sangria e, às tantas, começamos a ouvir o pessoal gritando "Penalty, penalty, penalty"...Hummm...Não estávamos entendendo nada...

Então, começaram a virar os seus copos. Na verdade, eles falam Penalty que, sonoramente, é algo como Penállt, como nós falamos vira-vira. 

Tá, primeira parte entendida, agora...entrar com eles numa brincadeirinha dessas seria perigoso, lembrem-se de que eles aguentam muito mais do que qualquer brasileiro. Putz, mas sinceramente, na hora não tive tempo nem de raciocinar...

Depois de uns 7 Penaltys começamos a brincar de telefone sem fio, ideinha péssima...Deve ter sido minha...hehehe...E nos demos conta que precisaríamos prolongar a noite. Como toda vez que bebo fico rica, elétrica e sem limites, aceitei ir para a tão famosa LUX.

A Lux deveria ter um capítulo a parte, mas tenho um pouco de preguiça, então vou juntar aqui.

 Lá é a melhor balada da cidade, transada e cheia de gente bonita. Já tentei entrar duas vezes, uma, eram 5 da manhã e tinha uma fila de dobrar o quarteirão e, na outra, fui com o João e o Ary, mas como eles estavam sem desodorante (mala extraviada) os caras da porta ao invés de cobrar os comuns 12 euros, nos cobraram 180...hahahaha

Bom, chegamos no local e depois de uns 20 minutos de fila nos deixaram entrar. O lugar estava fervendo, lotado e insuportável. Como não estava de salto alto, não enxergava nada...Batia no peito de todo mundo. Um horror...Ainda bem que a turma era muito divertida, ficamos nos auto-bastando até umas 6 da manhã. 

A noite daqui acaba sendo bem diferente da nossa pela questão do "ficar". Eu ainda não entendi muito como rola, pelo jeito nem rola e isso deixa tudo muito melhor. Você acaba aproveitando mais com os amigos e não precisa escutar pedreiros dizendo : "ôooo lá em casa", "que tetéia", "a gatinha tem telefone".

(reparem na cara do doido do Pedro na última foto)